Levantamento do site F1 Salaries aponta o holandês no topo da lista, seguido por Lewis Hamilton; bônus podem elevar significativamente os ganhos de outros pilotos do grid.
Max Verstappen é o piloto mais bem pago da Fórmula 1 em 2026, segundo estimativas divulgadas pelo site F1 Salaries. O holandês tem salário-base estimado em US$ 70 milhões por temporada e pode alcançar US$ 90 milhões com a inclusão de bônus por desempenho.
O levantamento, atualizado em 9 de outubro de 2026, reúne estimativas de remuneração, contratos e ganhos potenciais dos 22 pilotos da categoria. Os números não representam necessariamente valores oficialmente confirmados, uma vez que os contratos da Fórmula 1 são privados. <Cite refs={["turn326749search0","turn326749search1"]}/>
Hamilton e Leclerc aparecem entre os maiores salários
Lewis Hamilton ocupa a segunda posição do ranking, com salário-base estimado em US$ 60 milhões na Ferrari. Com os bônus previstos, seus ganhos podem chegar a US$ 70 milhões.
Na sequência aparecem Charles Leclerc e George Russell, ambos com salários-base estimados em US$ 34 milhões. No caso do monegasco, a remuneração potencial chega a US$ 46 milhões, enquanto o britânico pode alcançar US$ 50 milhões.
Lando Norris completa os cinco primeiros colocados. O piloto da McLaren tem salário-base estimado em US$ 30 milhões, mas pode chegar a US$ 69,5 milhões quando considerados os bônus. <Cite refs={["turn326749search0","turn326749search2"]}/>
Confira os cinco maiores salários-base da F1 em 2026
1º — Max Verstappen (Red Bull): US$ 70 milhões; ganhos potenciais de US$ 90 milhões.
2º — Lewis Hamilton (Ferrari): US$ 60 milhões; ganhos potenciais de US$ 70 milhões.
3º — Charles Leclerc (Ferrari): US$ 34 milhões; ganhos potenciais de US$ 46 milhões.
3º — George Russell (Mercedes): US$ 34 milhões; ganhos potenciais de US$ 50 milhões.
5º — Lando Norris (McLaren): US$ 30 milhões; ganhos potenciais de US$ 69,5 milhões.
Os valores são estimativas publicadas pelo F1 Salaries e podem variar conforme as condições contratuais e o cumprimento das metas de desempenho.
Bônus fazem diferença na remuneração
Além do salário-base, os contratos dos pilotos podem incluir pagamentos adicionais relacionados a vitórias, pódios, pontos e posições no campeonato. Esses incentivos ajudam a explicar a diferença entre a remuneração fixa e os ganhos potenciais apresentados pelo levantamento.
Entre os exemplos está Norris, cujo salário-base estimado de US$ 30 milhões pode chegar a US$ 69,5 milhões com os bônus. Oscar Piastri também apresenta uma diferença expressiva: recebe US$ 13 milhões de salário-base, com ganhos potenciais de US$ 40,5 milhões.
Novatos recebem valores menores
Na outra extremidade da tabela estão os pilotos com menor remuneração. De acordo com o levantamento, Arvid Lindblad e Franco Colapinto aparecem entre os mais bem pagos da faixa de entrada, com salários estimados entre US$ 500 mil e US$ 1 milhão.
Liam Lawson e Oliver Bearman recebem aproximadamente US$ 1 milhão cada, enquanto Gabriel Bortoleto tem salário-base estimado em US$ 2 milhões.
A diferença entre os valores evidencia a disparidade salarial no grid da Fórmula 1. Enquanto os principais nomes da categoria possuem contratos de dezenas de milhões de dólares, os pilotos em início de carreira recebem remunerações consideravelmente menores.
É importante destacar que o F1 Salaries é uma base independente e que seus números são estimativas construídas a partir de informações publicadas. Portanto, os valores devem ser interpretados como referências do mercado, e não como uma relação oficial de salários divulgada pelas equipes.
Confira todos os valores
Consultei diretamente o F1 Salaries, cuja página de salários de 2026 informa uma atualização em 9 de outubro de 2026. A tabela abaixo reúne os 22 pilotos e os quatro dados que você pediu: pontos conquistados, salário-base por ponto, salário-base anual e ganhos potenciais com bônus.
Salários dos pilotos da F1 em 2026: lista completa
Valores em dólares americanos (US$). A pontuação corresponde aos números exibidos pelo site na data da atualização, e não necessariamente à classificação final da temporada.
Piloto | Equipe | Pontos | Salário-base por ponto | Salário-base | Ganhos potenciais |
|---|---|---|---|---|---|
Max Verstappen | Red Bull | 196 | US$ 357 mil | US$ 70 mi | US$ 90 mi |
Lewis Hamilton | Ferrari | 221 | US$ 271 mil | US$ 60 mi | US$ 70 mi |
Charles Leclerc | Ferrari | 197 | US$ 173 mil | US$ 34 mi | US$ 46 mi |
George Russell | Mercedes | 236 | US$ 144 mil | US$ 34 mi | US$ 50 mi |
Lando Norris | McLaren | 189 | US$ 159 mil | US$ 30 mi | US$ 69,5 mi |
Fernando Alonso | Aston Martin | 7 | US$ 2,86 mi | US$ 20 mi | US$ 22,5 mi |
Pierre Gasly | Alpine | 41 | US$ 444 mil | US$ 18,2 mi | US$ 29,6 mi |
Carlos Sainz | Williams | 7 | US$ 1,86 mi | US$ 13 mi | US$ 16 mi |
Oscar Piastri | McLaren | 128 | US$ 102 mil | US$ 13 mi | US$ 40,5 mi |
Alex Albon | Williams | 5 | US$ 2,4 mi | US$ 12 mi | US$ 15 mi |
Lance Stroll | Aston Martin | 0 | Sem pontos | US$ 12 mi | US$ 13,5 mi |
Sergio Pérez | Cadillac | 0 | Sem pontos | US$ 10 mi | US$ 11,5 mi |
Isack Hadjar | Red Bull | 96 | US$ 78 mil | US$ 7,5 mi | US$ 9,5 mi |
Esteban Ocon | Haas | 7 | US$ 1 mi | US$ 7 mi | US$ 9 mi |
Nico Hülkenberg | Audi | 9 | US$ 778 mil | US$ 7 mi | US$ 9,9 mi |
Valtteri Bottas | Cadillac | 0 | Sem pontos | US$ 5 mi | US$ 7 mi |
Kimi Antonelli | Mercedes | 325 | US$ 10 mil | US$ 3,4 mi | US$ 15,4 mi |
Gabriel Bortoleto | Audi | 10 | US$ 200 mil | US$ 2 mi | US$ 3 mi |
Liam Lawson | Racing Bulls | 69 | US$ 14 mil | US$ 1 mi | US$ 2 mi |
Oliver Bearman | Haas | 23 | US$ 43 mil | US$ 1 mi | US$ 1,5 mi |
Arvid Lindblad | Racing Bulls | 38 | US$ 20 mil | US$ 750 mil | US$ 1,25 mi |
Franco Colapinto | Alpine | 27 | US$ 28 mil | US$ 750 mil | US$ 1,75 mi |
Fonte: F1 Salaries — F1 Driver Salaries 2026.
Maior salário-base: Max Verstappen, com US$ 70 milhões.
Maiores ganhos potenciais: Max Verstappen, com US$ 90 milhões.
Maior pontuação da tabela: Kimi Antonelli, com 325 pontos.
Maior salário-base por ponto entre os pilotos que pontuaram: Fernando Alonso, com US$ 2,86 milhões por ponto.
Brasileiro no levantamento: Gabriel Bortoleto, com 10 pontos, salário-base de US$ 2 milhões e ganhos potenciais de US$ 3 milhões.
Importante: os salários são estimativas independentes do F1 Salaries, pois os contratos dos pilotos não são integralmente públicos. Os valores por ponto refletem a relação matemática entre salário e pontuação, e não uma remuneração contratual por cada ponto conquistado.
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